Tainá Sousa completa um mês presa após operação contra “Tigrinho” e suposta “lista da morte”

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A influenciadora maranhense Andressa Tainá Lima de Sousa, conhecida como Tainá Sousa, completou seu primeiro mês detida no Complexo Penitenciário de Pedrinhas na segunda-feira (1º). Em 1º de agosto, foi cumprido mandado de prisão contra ela sob acusação de integrar uma organização criminosa ligada a jogos de azar e de elaborar uma lista de execução com nomes de autoridades e jornalistas que atuaram contra o esquema. 

De acordo com as investigações, Tainá teria usado expressões interpretadas como referência à morte de pessoas que denunciaram a rede, o que levantou suspeitas de que estaria articulando atentados.  

A influenciadora já havia sido alvo de outras investigações, como o uso de cartão de crédito de uma pessoa falecida e maus-tratos a animais, após publicar vídeos oferecendo bebida alcoólica ao próprio cão. Tainá se tornou ré em ambos os processos.  

A defesa sustenta desde o início que suas falas foram mal interpretadas e estariam relacionadas a práticas religiosas de matriz africana, negando qualquer plano criminoso. Enquanto isso, a prisão preventiva segue mantida pela Justiça, assim como as investigações contra todo o grupo criminoso. 

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