Se ninguém sair da fila, Dino deve assumir presidência do STF em 2035

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O sistema de rodízio por antiguidade no Supremo Tribunal Federal já permite prever a sequência de presidentes da Corte para a próxima década.

Se a ordem atual for mantida e sobreviver à exposição da ligação com Daniel Vorcaro, o próximo da fila é Alexandre de Moraes, que deve assumir o comando do tribunal no biênio 2027–2029, após a gestão de Edson Fachin.

Depois vêm Nunes Marques (2029–2031) e André Mendonça (2031–2033).

Na sequência aparece Cristiano Zanin, indicado ao STF em 2023, com mandato previsto entre 2033 e 2035.

Logo atrás está Flávio Dino, que ingressou na Corte em 2024 e, pela ordem de antiguidade, tende a presidir o tribunal no período de 2035 a 2037.

A fila costuma ser respeitada pelos ministros e raramente muda. Alterações ocorrem apenas em caso de aposentadoria antecipada ou abertura de vaga no tribunal.

O tema surge em meio à repercussão da crise envolvendo o Banco Master, que citou os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e voltou a colocar o Supremo em uma crise de precedentes que deve pautar o debate eleitoral deste ano e influenciar decisões da próxima legislatura do Congresso Nacional.

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