O ex-senador Roberto Rocha (Novo) passou a viver sob impasse eleitoral desde que o colega de partido, Lahesio Bonfim, passou a figurar como pré-candidato ao Senado pela legenda. Através de articulação nacional, o Novo deve compor com Eduardo Braide (PSD) ao Governo do Maranhão, que dispõe de somente uma vaga ao posto – já prometida ao ex-prefeito de São Pedro dos Crentes.
O revés eleitoral lembra momentos vividos e protagonizados pelo próprio Rocha. Oito anos atrás, quando pretendia disputar o Palácio dos Leões a partir do recall eleitoral da segunda colocação em São Luís, Braide teve as portas do PSDB fechadas pelo então senador e mandatário do ninho tucano.
Sem musculatura política para disputar ao cargo pelo antigo PMN, hoje Mobiliza, Braide foi candidato a deputado federal naquela eleição, saindo vitorioso.
Dois anos depois, em 2020, foi a vez de Wellington do Curso ver suas pretensões eleitorais minguarem. Com mais de 100 mil votos para prefeito de São Luís em 2016, o hoje deputado estadual tentaria mais uma vez o cargo majoritário.
Filiado ao PSDB, ainda debaixo das asas de Roberto, Wellington se viu sem legenda e não disputou aquela eleição. O PSDB compôs com Eduardo Braide, filiado ao Podemos, que chegou ao Palácio de La Ravardière.
Em 2026, Braide e Wellington integram o mesmo grupo político, enquanto Roberto se vê na iminência de ficar fora das urnas.
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