Reeleição de Rubens Júnior entra em zona de perigo

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O saldo da operação Arthros, deflagrada pela Polícia Federal na quinta-feira (21), não foi nada positivo para as pretensões eleitorais do deputado federal Rubens Pereira Júnior (PT). A conjuntura, que já era desfavorável ao projeto de reeleição à Câmara dos Deputados, ganhou contornos ainda mais dramáticos.

A última derrota do aliado Gabriel Tenório (PT) em Matões, fazendo com que o grupo liderado por Rubens Pereira, o Rubão, fique fora da prefeitura municipal por pelo menos doze anos, se tornou apenas mais um ingrediente do caos. Os dois foram alvos da Polícia Federal nesta semana. O primeiro chegou a ser conduzido coercitivamente após a localização de armas e munições em um dos endereços visitados pelos agentes.

Também entra no cálculo o rompimento dos Pereira com o grupo de Carlos Brandão (MDB). Apontado como autor de gravações e prints denotativos de um plano anarquista contra o chefe dos Leões, Rubão acabou defenestrado da poderosa Articulação Política brandonista.

Sem a caneta e todos os cargos a ela inerentes, Rubens Pereira passou a contar somente com o próprio nome, não suficiente sequer para impedir o revirar do closet da mansão em condomínio de luxo da Grande São Luís em que reside.

A soma de tudo resulta no improvável retorno de Rubens Júnior a Brasília. Um recalculo de rota saiu do campo das possibilidades para o terreno das necessidades.

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