Quase um ano após o prefeito Eduardo Braide anunciar o envio de um projeto de lei para abrir uma nova licitação do sistema de transporte coletivo, São Luís volta a enfrentar um novo colapso no serviço sem que a principal promessa tenha saído do papel. Em fevereiro do ano passado, durante mais uma das greves de sua gestão, Braide garantiu que, com a aprovação da proposta pela Câmara Municipal, o processo licitatório seria aberto imediatamente. O projeto foi aprovado, mas a licitação segue em compasso de espera.
Na ocasião, apenas a liberação de vouchers para corridas por aplicativo foi efetivada, utilizando recursos do subsídio mensal destinado às empresas de ônibus, medida que posteriormente teve os efeitos suspensos por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, diante de uma nova paralisação geral, a Prefeitura voltou a anunciar a concessão de cupons para usuários previamente cadastrados, sem abrir novos cadastros e sem esclarecer qual será a fonte dos recursos para custear as corridas.
Enquanto isso, o transporte público da quarta maior capital do Nordeste segue sem soluções estruturais, tornando os usuários reféns de crises recorrentes, negociações frustradas e medidas paliativas. Já a prometida substituição das empresas e a reformulação do sistema permanecem apenas no discurso.
(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src=” fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs); }(document, ‘script’, ‘facebook-jssdk’));
FONTE

