A entrada da Polícia Federal no caso do pastor David Gonçalves Silva, nesta segunda-feira (27), ocorreu a partir de denúncia do Ministério Público do Trabalho (MPT), que aponta a existência de trabalho análogo à escravidão envolvendo frequentadores da instituição religiosa. O caso já havia ganhado repercussão com a prisão do líder religioso, detido desde o último dia 18.
Os novos indícios se somam ao caso iniciado pela Polícia Civil do Maranhão, que já investiga abusos físicos, psicológicos e sexuais. Segundo as investigações conduzidas em âmbito estadual, a Shekinah House Church operava sob regras rígidas de controle, atingindo principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade, como moradores de rua atraídos para o local.
Os relatos indicam que essas pessoas seriam submetidas a jornadas forçadas, além de punições físicas conhecidas como “readas”, privação de alimentos, isolamento e vigilância constante. “Se a gente não fizesse o que ele queria, a gente era punido. Ele deixava a gente sem comer e mandava bater na gente”, afirmou uma das vítimas.
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