A construção do Mercado da Cidade, estrutura provisória entregue pela Prefeitura de São Luís para abrigar os feirantes durante a reforma do Mercado Central, segue sem abrigar os feirantes do local que deve passar por reformas. A obra do espaço temporário custou mais de R$ 16 milhões, pouco menos da metade do estimado para a obra definitiva, orçada em R$ 49,8 milhões. Apesar do alto custo, o espaço vem sendo alvo constante de furtos e vandalismo, além de não ser adequado para o funcionamento, segundo os trabalhadores.
A situação acirrou o descontentamento dos feirantes, que realizaram protesto nesta quarta-feira (11), bloqueando vias do Centro Histórico. Eles rejeitam a transferência para o mercado provisório, alegando precariedade da estrutura, localização isolada e ausência de garantias sobre o prazo de conclusão da reforma definitiva.
As críticas também atingem a condução do processo pela administração municipal, especialmente quanto à falta de diálogo, transparência e critérios considerados injustos na distribuição dos espaços.
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