A Justiça determinou o afastamento do procurador-geral de Araguanã, Valter Belo Amorim, e do controlador-geral, Matheus Jordão Nascimento da Silva. Os dois são parentes do prefeito Flávio Amorim (PL) e, segundo a decisão judicial, as nomeações configurariam nepotismo.
A decisão atende a uma ação do Ministério Público do Maranhão e determina a suspensão das nomeações e de todos os pagamentos ligados aos cargos. A Prefeitura tem 48 horas para cumprir a medida, sob pena de multa diária de R$ 5 mil aplicada pessoalmente ao prefeito.
Segundo a Promotoria, Flávio Amorim nomeou a mãe, um irmão, um tio, uma prima e um cunhado para diferentes funções. As justificativas foram aceitas para as secretarias municipais, mas não para a Procuradoria e a Controladoria, consideradas funções técnicas e de fiscalização.
O Ministério Público também pede a anulação definitiva das nomeações e a condenação do prefeito por improbidade administrativa.
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