O deputado federal Josimar Maranhãozinho, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto desvio de emendas parlamentares, optou por permanecer em silêncio durante seu interrogatório nesta quinta-feira (28). A ação penal contra ele envolve outros sete investigados, incluindo os deputados Pastor Gil e o suplente Bosco Costa. As informações são do colunista Fábio Serapião, do Metrópoles.
Segundo a defesa de Maranhãozinho, a decisão de não responder aos questionamentos seguiu orientação técnica, motivada pela falta de acesso completo às provas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Já Pastor Gil e Bosco Costa afirmaram desconhecer os documentos que indicariam pagamentos a seus nomes e negaram qualquer envolvimento no esquema de desvio de recursos, classificando as acusações como falsas e infundadas.
O relator do caso, ministro Cristiano Zanin, rejeitou pedidos de adiamento dos interrogatórios feitos pelas defesas, destacando que a inclusão de novos elementos probatórios não impede a realização das oitivas.
A PGR acusa os parlamentares de, entre janeiro e agosto de 2020, solicitarem propina ao então prefeito de São José do Ribamar, Eudes Sampaio, para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas parlamentares, mediante pagamento de R$ 1,6 milhão.
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