A escolha quase salomônica de Flávio Dino para a sucessão de Carlos Brandão, quando apontou o então secretário Felipe Camarão para a vice-governadoria, não se sustentou sequer até o ano eleitoral. Enxertado no PT pelo então governador em 2022, especialmente para cumprir a missão, Camarão não conseguiu construir liderança e se estabelecer como sucessor.
A pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (18) deu mais um banho de água fria nas pretensões comunossocialistas. Sem conseguir sair da última colocação, o petista passou a ser “plano B” dentro do próprio núcleo de apoiadores.
A militância digital já debandou: nas redes sociais, os mais aficionados camaronistas agora querem o ver candidato ao Senado, em uma chapa liderada por Eduardo Braide.
Muito do mau desempenho pode ser colocado na conta do próprio petista. Envolto em polêmicas por falas em grupos de WhatsApp, onde vociferou até contra companheiros de partido, Camarão não tem a paciência entre suas maiores virtudes, fator que tem peso político no tabuleiro eleitoral – para o bem e para o mal.
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