“É forçação de barra, eu repudio total”, diz Weverton ao negar suposta interferência em investigação

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O senador Weverton Rocha (PDT) negou nesta sexta-feira (14) qualquer tentativa de interferência na investigação relacionada ao assassinato ocorrido no edifício Tech Office, em São Luís. Ao comentar as suspeitas levantadas pela Polícia Federal, o parlamentar classificou a interpretação como “forçação de barra”.

“Eu era candidato a governador na eleição passada e nem parte do mesmo grupo eu fazia. Portanto, nada eu tenho a ver com essa situação”, declarou. Em 2022, Weverton concorreu ao Governo do Maranhão contra Carlos Brandão, candidato à reeleição pelo grupo então liderado por Flávio Dino. Durante aquela campanha, o pedetista cobrou publicamente uma investigação rigorosa sobre o caso ocorrido em agosto de 2022.

Weverton sustentou que seus contatos com integrantes do Judiciário, mencionados na investigação que conta com relatoria de Flávio Dino no STF, ocorreram dentro dos gabinetes e com registros em agenda.

Ao citar a relação institucional que mantém com o próprio Dino, de quem foi relator na Comissão de Constituição e Justiça do Senado da indicação ao STF, em 2023, o pedetista exemplificou a associação que está se tentando fazer.

“Se, por coincidência, acontecer alguma coisa num dia em que ele esteve no meu gabinete e concluírem que a gente conversou sobre isso, eu acho que é forçação de barra, eu repudio total”, afirmou.

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