O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, é o principal nome cotado para comandar o Ministério da Segurança Pública, caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalize a recriação da pasta. O desmembramento do atual Ministério da Justiça e Segurança Pública foi anunciado em dezembro, mas depende da aprovação da PEC da Segurança Pública no Congresso.
Rodrigues tem o respaldo de setores do PT e de integrantes do governo, que citam sua atuação no combate ao crime organizado e a relação de confiança com o presidente. Ele é aliado do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dinoe ganhou projeção ao chefiar a segurança de Lula na campanha de 2022.
A criação de uma pasta exclusiva para a área é vista como estratégica pelo Planalto, que pretende dar centralidade ao tema da segurança em ano eleitoral. Caso Rodrigues assuma o ministério, o delegado William Murad, atual número dois da PF, é apontado como provável sucessor no comando da corporação.
O ministro Ricardo Lewandowski comunicou nesta segunda-feira (5) que deixará o Ministério da Justiça e Segurança Pública ainda nesta semana. O secretário-executivo Manoel Almeida deve assumir interinamente até a escolha do novo titular.
Antes da saída, Lewandowski assinou portarias que criam um protocolo para reconhecimento de presos e um sistema nacional de informações sobre antecedentes criminais.
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