As denúncias envolvendo Felipe Camarão ganharam ampla repercussão nacional neste fim de semana após reportagens publicadas por veículos como O Globo e Metrópoles abordarem as suspeitas de um esquema financeiro que envolveria o uso de terceiros para movimentação de recursos. Segundo O Globo, uma ‘rede de laranjas’ era utilizada para ocultar transações milionárias, conforme apontado pelo procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira. Ainda de acordo com a denúncia, o petista teria se beneficiado desse mecanismo para “ocultar transferências milionárias via Pix”, com valores incompatíveis com a renda declarada.
Já a coluna do jornalista Paulo Cappelli, no Metrópoles, cita relatórios do Coaf que indicam que o vice-governador recebeu milhões em créditos considerados de “outras origens”, além de centenas de depósitos sem identificação e um elevado número de transações via Pix, o que, segundo o Ministério Público, reforça indícios de um fluxo financeiro incompatível com os rendimentos formais.
Em resposta, Camarão reagiu publicamente e classificou o caso como perseguição política, afirmando ter recebido “com indignação o vazamento criminoso do suposto pedido de afastamento”. O vice-governador declarou ainda que não teve acesso prévio à investigação e apontou “clara finalidade de exposição seletiva e constrangimento público”.
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