Pré-candidato ao Palácio do Planalto, o senador Flávio Bolsonaro se movimenta desde já por maior presença na região Nordeste. A primeira ação neste sentido foi demover o também senador Rogério Marinho (RN) da ideia de disputar o governo do Rio Grande do Norte para ser seu coordenador na região onde o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados historicamente enfrentam forte resistência. No Maranhão, sem o controle do próprio partido, a missão será ainda mais inglória.
O PL no estado é alinhado ao Governo Federal e é controlado pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho, que mantém influência decisiva sobre a legenda, com respaldo direto do presidente nacional do partido, Valdemar da Costa Neto, configuração que reduz o espaço para articulações pró-Flávio e limita a capacidade de o senador construir palanques locais competitivos.
Com o partido no Maranhão majoritariamente distante do bolsonarismo, a estratégia de Flávio Bolsonaro de avançar no estado passa a depender quase exclusivamente de alianças fora da estrutura formal do PL, como com o pré-candidato do Novo ao Governo, Lahesio Bonfim, e com o deputado estadual Yglésio Moyses, que pode disputar o Senado pelo PRTB.
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