Divulgado pelo portal O Informante, o relatório do Gaeco sobre a movimentação financeira do vice-governador Felipe Camarão aponta um padrão de dispersão considerado atípico, com transferências via Pix para 1.085 beneficiários.
Segundo a análise, 863 destinatários são pessoas físicas e 222, pessoas jurídicas. Para os investigadores, a quantidade de contrapartes e a pulverização dos valores indicam um fluxo que “ultrapassa — e muito — o que se esperaria de movimentação meramente doméstica ou ordinária”.
O documento afirma que a conta principal do vice não se limitava ao pagamento de despesas pessoais, funcionando como instrumento de ampla circulação de recursos. O relatório cita saídas de valores elevados, pagamentos a fornecedores ligados ao núcleo investigado, transferências recíprocas e intensa fragmentação via Pix.
A investigação também alcança dois ajudantes de ordem vinculados ao gabinete, que, segundo o relatório, movimentaram cerca de R$ 19,6 milhões em contas pessoais, em valores considerados incompatíveis com suas rendas.
Para o Gaeco, o conjunto dos dados revela um padrão de capilaridade financeira relevante, com dispersão dos recursos entre pessoas físicas e jurídicas inseridas no contexto apurado.
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