Uma mulher, identificada como Rafaela de Sousa Nunes, de 24 anos, foi morta a facadas, na madrugada deste domingo (26), no bairro Vila Fiquene, em Imperatriz. O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, identificado como Gilson Pereira Martins, que foi preso pela Polícia Militar, no fim da manhã deste domingo.
O crime é o 43º caso de feminicídio registrado no Maranhão em 2025, segundo dados Secretaria de Segurança Pública (SSP).
Segundo informações da Polícia Civil, Rafaela foi atacada e assassinada dentro da sua casa, após retornar de uma festa. Ela teria recebido pelo menos sete facadas do ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento.
Prisão
Após o crime, equipes da Polícia Militar (PM) iniciaram imediatamente as buscas pelo ex-companheiro. “A partir daí nossas equipes se empenharam de forma muito contundente na captura do elemento. Nossa equipe de inteligência entrou em campo, fez os levantamentos e ele foi localizado agora pela manhã ali no Bacuri”, afirmou o coronel Emerson, que comandou os trabalhos de buscas e prisão do suspeito.
Durante a tentativa de prisão, o suspeito ainda resistiu e tentou fugir, sendo necessária a atuação conjunta de diversas forças, incluindo o Centro Tático Aéreo (CTA), que deu apoio aéreo às equipes em solo. Depois de pular muros e entrar em um matagal homem foi contido, capturado e apresentado à delegacia.
O comandante confirmou que o detido é considerado perigoso e possui várias passagens pela polícia, entre elas por atentado violento ao pudor, ameaças, agressões — inclusive contra a própria vítima — e homicídio.
Ainda segundo o comandante, Rafaela de Sousa Nunes tinha uma medida protetiva em vigor contra o ex-companheiro devido a ameaças e agressões já cometidas por ele. Entretanto, meses atrás, a vítima teria mudado de endereço e não havia informado às forças de segurança.
Medida protetiva
Ainda segundo o comandante, Rafaela de Sousa Nunes tinha uma medida protetiva em vigor contra o ex-companheiro devido a ameaças e agressões já cometidas por ele. Entretanto, meses atrás, a vítima teria mudado de endereço e não havia informado às forças de segurança.

