A Polícia Federal identificou advogados, assessores e familiares da desembargadora Nelma Sarney como envolvidos em um suposto esquema de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro no Tribunal de Justiça do Maranhão. A investigação faz parte da Operação 18 Minutos, que apura a venda de sentenças judiciais no estado. As informações são do colunista Fausto Macedo, Estadão.
De acordo com os autos, os advogados Carlos Luna e José Helias Sekeff, além dos assessores Zely Reis Brown Maia e Paulo Martins de Freitas Filho, atuariam como operadores financeiros da magistrada. Zely e Paulo também são apontados como supostos laranjas, usados para ocultar o recebimento de propinas. Somente Paulo Martins teria movimentado quase R$ 7 milhões entre 2021 e 2023, conforme revelou o Ministério Público Federal.
A PF ainda afirma que o dinheiro ilícito teria passado por contas bancárias de filhas, genro, irmão e até netos da desembargadora. Ao todo, 393 atos são atribuídos a Nelma Sarney no suposto esquema criminoso, indicando um uso sistemático da estrutura do Judiciário para fins ilícitos.
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